Era noite
Era dia
Minutos
Feitos segundos
E além
Era luz
Era sombra
Nos beijos ceifados
No canto calado
No contrário
Do avesso
Do eu
E você
.
.
Criado e postado por Márcia Fernandes Vilarinho Lopes
"Quando, da larva que a delimita, a borboleta se expande em cores, rompendo o casulo, não há como não se cantar, em madrigal, a beleza da metamorfose".
Márcia F. V. Lopes
Lindo, amiga! Posso dizer: O PEQUENO PERFEITO!
ResponderExcluirAté o formato traduz bela coreografia no espaço ocupado.
Transcendente, leve, que nos transporta a outra dimensão.
Beijo grandão da
Genaura Tormin